sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Deveria ser uma das fases mais felizes da minha vida

Mas não o é.

Sinto-me infeliz.

Sinto-me triste.

Sinto-me só.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Da tua fraqueza

A tua fraqueza e a tua fragilidade irritam-me.

Eu sei que não sou uma pessoa optimista por excelência, mas a tua visão negativa, o teu pessimismo, essa lente cinzenta através da qual vês o mundo fazem-me resvalar entre a tristeza e a revolta.

Apetece-me gritar e sacudir-te, na esperança que consigas ver todas as coisas boas que tens na tua vida e que as valorizes.

Irrita-me porque tenho lutado tanto para afastar as nuvens cinzentas da minha vida e, ainda assim, parece que elas teimam em perseguir-me.

Irrita-me porque por vezes fico cansada de ser forte... por mim... e por ti.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Há pessoas que se não existissem tinham de ser inventadas.


E isto não é forçosamente um elogio.




sexta-feira, 22 de abril de 2011

Quis muito


Não me venham com tretas new age, com a lei da atracção, com o Segredo.

Queria tê-lo a meu lado contra toda a razão, desejei-o com todas as forças do meu ser, conseguia visualizar-nos juntos e no final de contas, ele nunca mais foi meu.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Bittersweet

Nunca pensei que fosse possível esta dualidade de sentimentos, se por um lado sinto uma tamanha felicidade pois consegui algo que sempre desejei, e por outro sinto uma tristeza quase angustiante.

Tem sido assim desde que saí de casa, desde o dia em que pus os pés na rua e soube que a partir dali não viveria mais naquela casa, na casa que sempre conheci, que sei de cor todos os recantos, que o cheiro é tão familiar. A minha casa.

Nunca ninguém me disse que isto poderia assim. Ou se calhar, eu é que sou um pouco estranha.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Pensamento para 2011


"Não importa o que fizeram de mim, importa é o que eu faço com o que fizeram de mim."

Jean-Paul Satre

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Parece-me um bocadinho mórbido

O facto de existir um seguro de saúde cujo objectivo e designação é prevenção da doença oncológica, parece-me no mínimo mórbido. É verdade que o senso comum diz que mais vale prevenir que remediar, no entanto para mim, subscrever algo deste género é como estar sentado à espera que algo de mau aconteça. Chamem-lhe lei da atracção. Chamem-lhe o que quiserem. A mim causa-me confusão.